EUA – De acordo com as investigações, Bryan havia sido internado após sentir fortes dores laterais enquanto estava na Flórida com a esposa. Exames indicaram uma anomalia no baço, e o paciente foi orientado a realizar uma cirurgia para retirada do órgão.
(Foto: Divulgação/Walton County Sheriff’s Office)
A esposa da vítima afirmou que o casal pretendia retornar ao estado do Alabama para realizar o procedimento, mas o médico teria alertado que a viagem seria arriscada, alegando que o paciente poderia morrer devido a um suposto sangramento interno.
O paciente sofreu parada cardíaca ainda durante a operação e morreu na sala cirúrgica. Testemunhas afirmaram que, mesmo diante da gravidade da situação, o médico continuou o procedimento e não solicitou ajuda imediata.
Relatos de pessoas presentes na sala de operação indicam que a equipe ficou surpresa ao ver o fígado retirado e ainda mais quando o médico teria insistido que se tratava do baço. Um dos profissionais disse ter passado mal diante da situação.
Após a morte de Bryan, a licença médica do profissional foi suspensa na Flórida, além de restrições semelhantes em outros estados. Ele permanece detido e aguarda audiência judicial. Caso seja condenado, pode pegar até 15 anos de prisão.
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